Drops – 6 “Gadgets” imprescindíveis para cobrir eventos

Arroz, ovo, agrião, ovo frito, bife acebolado, tomate e tutu de feijãoDrops do almoço (12:51) – Como eu disse no posto sobre a importância dos cartões de visitas, você pode fazer 4 coisas em um evento – aprender alguma coisa com palestras & oficinas, rever os amigos, se divertir ou fazer contatos, o que “popularmente” é conhecido como networking. Acabei esquecendo de um 5º item: cobrir o evento!

Esse foi meu 4º grande evento que eu passei – Google Adwords, Blogcamp PR, I StartupCamp e o Campus Party, e enfim agora já tenho mais ou menos idéia do que levar para cobrir um evento desses… Quem tiver alguma dica, por favor me avise.

1- Tripé – não tem como… Se você quiser fazer fotos legais com uma máquina não profissional ou uma semi-profissional, você terá que levar um tripé, pois assim você poderá suprir a falta de luz natural ou flash fraco com um maior tempo de exposição!

Foto sem Flash

Além disso dá para usar ele para bater fotos onde não dá para usar flash, como a do telão com o Livestream do Blogblogs

Mas um 2º fator que foi muito importante nesse Campus Party é que o tripé + timer serviu para uma “cobertura aérea” das muvucas!

Nenê de Vila matilde
2- Smartphone com acesso a internet – O wi-fi que tinha disponível no Campus Party não era oficial do evento, ou seja, qualquer um poderia espetar um roteador wi-fi com um sniffer, colocar um nome do tipo “wi-fi campus party” e pegar todas as senhas. Então resolvi usar o meu smartphone para cobrir as palestras onde não existia pontos de redes!

3- Notebook – Se o lugar tiver pontos de rede ou se seu celular te fornecer acesso a internet, nada mais fácil do que levar um notebook para editar e subir os textos/vídeos/podcasts/fotos. Você poderá utilizar todas as suas ferramentas prediletas para fazer qualquer edição, poupando trabalho e tempo.

Agora as 2 coisas que eu pretendo comprar o mais breve possível:

4- Gravador de audio – Embora meu celular grave audio, nada melhor do que um gravador de audio mais profissional, ou que pelo menos tenha uma entrada de microfone para melhorar a captação. Além de poder fazer entrevistas, você pode gravar o audio de palestras para ouvir depois ou subir para o pessoal baixar

5- Filmadora digital – Tudo que eu falei para o gravador de audio vale para a filmadora. Ainda mais se a banda disponibilizada for como a do Campus Party! Subir arquivos de 100mb em alguns minutos é uma maravilha, além de beneficiar aqueles que não puderam ir ao evento! Só não sei se filmar e distribuir uma palestra fere algum “direito autoral” ou de imagem.

E agora, o “gadget” mais importante de todos - um bloco de notas + caneta. Eu achava que se fosse hoje para a faculdade eu levaria meu notebook ao invés de um caderno, mas depois de tentar fazer anotações em uma palestra usando um teclado, eu desisti… e olha que eu digito sem olhar.

Ps: Hoje é o aniversário de uma das figuras mais populares da internet!!! Parabéns para o Edney, do Interney Blogs!!!

Será que um dia o Google dará tanta importância para a Blogosfera a ponto do site de abertura aparecer algo assim:

Google Edney

Google Edney

(13:10 – Droga… Estourei o tempo de 10 minutos de hora do almoço de novo)

Campus Party – Substitua a palavra “jornalista” por “blogueiro” e veja se não faz sentido?

Discurso Interney

[Editado] Hoje conversei com o Edney, e ele me explicou a situação do comentário dele. Um dos palestrantes comentou que o “post patrocinado é o Mensalão da Blogosfera” e terminou chamando o Edney (que estava na platéia) para comentar a opinião dele… A resposta do Edney foi para o jornalista. Quem mandou eu chegar justamente nessa parte…

Maiores informações no post dele – Campus Party – Blog Content – Jornalistas e Blogueiros . A opinião dele é muito parecida com a minha…
[/editado]

Na boa… No próximo bingo da Blogosfera a palavra mais manjada de todas vai ser qualquer variação da briguinha “Blogueiros X jornalistas”. Isso já encheu mais o saco do que falar de monetização de blogs, onde qualquer palestra como “qual o melhor jeito de fotos para blogs” acabava caindo em “jeitos de ganhar dinheiro”.

Ontem por exemplo: Depois da apresentação dos palestrantes (eu peguei somente o final), ao abrir as perguntas o Edney, do Interney.net começou um discurso que eu estava concordando com a idéia dele, até o momento que ele começou a criticar a “velha mídia” e veio com a pergunta: “Você checa a fonte do jornalista?? Cadê a fonte?“. E começou um discurso que também serviria de exemplo no meu post sobre tentar convencer pessoas

Interney comentando

A partir de agora proponho um exercício para todos que criticam a “velha mídia”: Experimente trocar a palavra “jornalista” pela palavra “blogueiro” e veja se a afirmação também não faz sentido… Você checa a fonte do blogueiro??

“Claro Jonny, blogueiro sempre linkam suas fontes…”

Ótimo. Só que a fonte sempre é um outro blog ou alguma reportagem de jornalista! Afinal, quantos blogueiros que você conhece fazem realmente algum trabalho investigativo antes de fazer um post??? De cabeça não me vem ninguém…

“Mas Jonny! A idéia de blogs é deixar uma opinião!!!”

Também é. Mas toda boa opinião precisa de um bom embasamento teórico ou conhecimento de causa. Conhecimento de causa normalmente se tem com a experiência, mas embasamento teórico é basicamente ir buscar a melhor informação. Se o que o Cardoso diz (Blogueiro não tira a bunda da cadeira para escrever um post), então de onde raios tiramos (eu me incluo nessa também) informações para dar nossa opinião?

Bloqueio do acesso ao Google

(Printscreen feito pelo Henrique C. Pereira, do blog Revolução Etc)

Para mostrar o problema da investigação, vou usar de exemplo o fato do “bloqueio do Google” que aconteceu ontem no Campus Party. 3 blogs comentaram a respeito: o Renê Fraga, do blog Google Discovery, adotou um discurso mais informativo, só comentando o fato da impossibilidade de acesso. O Henrique C. Pereira, do blog Revolução Etc também preferiu informar, mas com uma dose de ironia. Já o Manoel Netto, do blog Tecnocracia, acusou o pessoal da organização do Campus Party de repressora (em certos casos, ela é mesmo…). Veja trecho abaixo:
“Como se já não bastassem as repressões já divulgadas por aqui com relação a regras não estabelecidas previamente, por uma organização “paralela” formada pela equipe de apoio, agora essa censura tecnológica, bloqueando os usuários e impedindo-os de efetuar buscas, checar e-mails, verificar seus feeds, suas agendas, etc.” – Tecnocracia

Mas o que eu queria mostrar na verdade é que nenhum dos 3 falou sobre alguma investigação para anexar informações. Alguém fez um portscan ou “sniffou” a bancada para tentar achar o possível problema? (já que era de conhecimento que o bloqueio era somente de uma bancada). Passou pela cabeça dos blogueiros de ir perguntar para alguém da organização antes de soltarem os cachorros???

O IDGnow (tinha mais um que eu não estou achando novamente) também cobriu o acontecido. Em nenhum momento acusou alguém, procurou alguém da organização para obter uma posição Oficial dos organizadores e ainda por cima entrevistou o engracadinho que fez a brincadeira – Vinicius K-Max, famoso por ter roubado algumas super-comunidades do Orkut há alguns anos atrás! Será que não é isso que falta na blogosfera? Antes de dar uma opinião ou uma informação, uma breve investigação? Será que blogueiros e os jornalistas que eles criticam não estão atualmente no mesmo saco?
Para mim o melhor comentário dessa rixinha toda é do Gustavo Jreige do blog Outros Olhos, que é estudante de jornalismo e macaco velho na blogosfera:

“Não tomo partido, falo “pois é” e dou um sorriso para jornalistas e blogueiros. Eu concordo e discordo dos dois! O que fazer, não é mesmo? Passei já da fase de ficar fazendo lutinhas internas: Meus lados blogueiro e jornalista estão cada mais misturados e quando vêem o Pedro Dória já dão uma risadinha e tentam adivinhar o que ele vai falar (sério mesmo, já fui em tantas palestras com ele que não duvido decorar suas palavras).”

Ps1- antes que alguém me pergunte, SIM, alguns (ou vários) jornalistas também fazem absurdos, como esse excelente texto do Manoel Netto, do Blog Tecnocracia, sobre a PÉÉÉÉSSIMA reportagem da Folha com os blogueiros no Campus Party!

Ps2 – Interney, fiquei espantado!! Justamente você, o maior empreendedor da blogosfera e que está com um projeto novo na área de blogs corporativos, quebrar duas das principais regras do mundo corporativo para futuros negócios: “Se for criticar, critique um concorrente direto, nunca um possível futuro (mesmo que bem remoto) parceiro de peso” e “Se for criticar, faça uma critica pontual, exatamente no ponto que você acha errado, e não uma genérica”.

Ps3 – 90% das pessoas não checam nem a veracidade das balelas de emails

Drops – Cadê o lado ecológico do Campus Party?

almoço 15/02/2007 - Arroz, feijão, pirão, 3 pedaços de frango a milanesa, purê de batata, rúculas e tomates12:51 – Hoje eu tentarei fazer algo meio “Enéas”: Vou aproveitar 10 min da minha hora do almoço para tentar postar alguma coisa de (in)util. A seção vai se chamar “drops da hora do almoço“, e para mostrar que eu sou uma pessoa “saudável”, o post sempre acompanhará uma foto do prato do dia!

Uma das coisas legais de grandes eventos como o Campus Party são os brindes. Só nessa semana eu já ganhei 2 garrafas de água, blocos de anotações, 1 ano de flick pro (veja aqui o meu), 3 camisetas (a super babylook do Campus Party & Speedy, a do Techbits e do Blogcamp SP.

Mas um brinde “super maneiro” é o squeeze (garrafa) do Terra, que se não estiver em casa, eu já perdi. Ela é toda de alumínio e para ganhar basta bater uma foto qualquer do evento e postar no fotolog do terra (eu só dei a foto, sei lá o que fizeram com ela).

Lixo no cparty

A minha foto é sobre o lixo produzido pelo pessoal do Campus Party e que está sendo acumulado em 2 conteineres no estacionamento.Paula do rastro de Carbono

Rastro de Carbono A foto veio de um plágio na cara dura do post da minha bixete na bio usp Paula Signorini, do blog Rastro de Carbono, que está no #Cparty acompanhando o lado “ecológico” do evento. Para quem se preocupa com essa parte vale a pena dar um pulinho lá, onde já foram discutidos assuntos como o lixo produzido, a não separação do material reciclado e o que fazer com o lixo tecnológico.

Para financiar os custos do evento, ela está vendendo sacolinhas de em uma corporativa em Salto, SP, feitas com material reaproveitável (que não dá para reciclar) por R$6,00.

Eu comprei 3 para dar de brinde para os leitores do Infoblog. Para ganhar é simples: Basta chegar em mim hoje (sexta) e falar “Jonny, eu quero a sacolinha do Rastro de Carbono“.

Estarei na Bienal a partir das 19:30. Abraços

(13:08 – droga… explodi o tempo de publicação… ainda tenho que me acostumar com isso)

[editado - A separação de material no Campus Party seria um imenso sucesso se tivessem lixeiras como a que o Nick Ellis publicou nesse post de hoje - Lata de Lixo Inteligente funciona com código de barras [/editado]

Campus Party – Blogs para divulgar causas: Informar, negociar ou convencer?

Fábio Paiva, Maurício Kann e Marcel Benedeti na palestra “Blogueiros pelo direito dos animais”

Fábio Paiva, Maurício Kann e Marcel Benedeti na palestra “Blogueiros pelo direito dos animais”

Ontem eu era uma das 10 pessoas (somente) que acompanharam a palestra “Blogueiros pelo direito dos animais”, com os palestrantes Maurício Kann, do blog Animao, Fábio Paiva, do blog Pelo Fim do Holocausto Animal, dr. Marcel Benedeti, do blog do dr. Marcel Benedeti , Miriam, do blog Vida de Vegetariana, a Simone Nardi e a Maria Conceição, do blog Consciência Humana. A idéia era mostrar como o blog pode ser usado como ferramenta de divulgação de uma causa. No caso deles, a causa era a proteção dos direitos dos animais.

Além de mostrar a divulação on line do trabalho deles, foram divulgados dados interessantes, principalmente para o público que não é da área. Alguns que eu lembro de cabeça são:

- A China abastece 50% do mercado de peles do mundo;
- A área de pastagem utilizada para a criação e alimentação de um boi produziria alimentos para um número muito maior de pessoas que a carne de boi pode alimentar;
- Muitas pessoas que se dizem “protetores de animais” na verdade são protetoras de “cães e gatos” e que os animais são muito mais do que animais domésticos.;
-Metano produzido pelo gado é responsável pelo aumento do efeito estufa;
Maiores detalhes você pode obter nos blogs citados acima.

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Durante a palestra acima me veio na cabeça o problema da divulgação de causas. Seja na hora de fazer um protesto estudantil, uma greve, lutar por uma causa, etc. Existem basicamente 3 coisas a se fazer: Informar, negociar ou convencer. Antes de fazer qualquer coisa, tem que se ter em mente qual o objetivo a ser atingido.

Aparentemente parece a mesma coisa, mas não é. Posso citar o movimento estudantil como exemplo. Quando resolvem parar a av. Paulista para fazer um protesto, eles conseguem atenção da mídia e da população, mas não atraem a simpatia dos que estão fora da causa, mesmo que se ela for válida, como o aumento do número/salário de professores. Ficar parado 2 horas no trânsito para andar 100 metros atrai a raiva de qualquer um.

Portão arrebentado da Reitoria

Portão da Reitoria da USP após a invasão (retirado do blog do Tiago Rodrigo)

No mesmo movimento estudantil, quando os alunos da USP invadiram a reitoria, eu troquei uns emails com um pessoal que estava lá e falei que a invasão era válida e justa, porém quebrar as coisas pelo caminho, formatar computadores e roubar pendriveres atrairia muito mais a atenção da mídia do que o protesto a favor da autonomia da Universidade Pública. E ainda atrairia o ódio da população, já que se tratava de patrimônio público. O pior: quase fui linchado via email pelo meu comentário…

Ontem eu me senti nos 2 casos acima. A parte informativa foi muito bem argumentada, porém o exagero “vegetariano” não atrairia ninguém para a diminuição do consumo da carne. Em nenhum momento (até onde eu fiquei) foi levantado a questão do “consumo racional” de alimentos de origem animal. Ao meu ver, esse sim seria o primeiro grande passo para conseguir adeptos para a causa. Depois talvez tentar um segundo nível…

Tentar mostrar que o homem não é um ser carnivoro é um erro!!! Basta olhar no espelho para ver dentes caninos para segurar a presa e incisivos afiados para cortar a carne. Caçar e comer carne faz parte do ser humano desde que ele resolveu pintar as cavernas. O certo ao meu ver seria tentar mostrar o que o consumo excessivo de carne pode trazer para o planeta Terra, além de obviamente mostrar o sofrimento animal. Essa parte foi bem abordada juntamente com a parte que mostra que animais são seres vivos e sofrem como nós, mas acabou ofuscada pelo choque à apresentação da filosofia Vegano. Pelo menos para mim aconteceu isso…

As pessoas sempre lembram “política” como cuidar de interesses, mas esquecem que “politica” também é a arte de negociar. Para mim, atualmente as lutas pelas causas precisam aprender a “negociar” para ai sim, começar a brigar por causas consideradas justas! Quebrar paradigmas culturais como o consumo de carne é muito difícil e deve ser feito aos poucos, e qualquer passinho para frente deve ser comemorado! De preferência sem churrasco[bb]

Ps: Em relação a utilização de peles para casacos, não preciso falar muita coisa, não? Acho que todo mundo que tem um pouco de bom senso é contra a essa atrocidade!
Ps2: Outro exemplo são as propagadas contra drogas/cigarros. As propagandas que informam raramente atraem a pessoa para a causa. As que convencem são muito chocantes, e raramente passam na TV. Abordei isso nesse post – Drogas? Vai se f….
Ps3 – Treinar “política” é um ótimo jeito para se dar na vida!!! Saber negociar ajuda a qualquer pessoa com seus objetivos. Também falei sobre isso – Quanto devo cobrar pelo serviço?
Ps4 – Chega de PS… já estou me sentindo o Dale Carnegie em “Como fazer amigos e influenciar pessoas[bb]

A importância do Cartão de visitas para “fazer Networking”

Você pode fazer 4 coisas em um evento como o Campus Blog – aprender alguma coisa com a Oficina, rever os amigos, se divertir ou fazer contatos, o que “popularmente” é conhecido como networking.

Hoje em dia fazer contatos é tão importante no mundo corporativo e no mundo acadêmico que os “coffee breaks” mudaram de nome para “networking break” e não duram mais 15 minutos. Duram 1 hora.

E nessa história toda não existe nada mais importante do que o bom e velho cartão de visitas! Por exemplo: ontem uma pessoa veio elogiar meu trabalho com o Infoblog, e na hora de falar do blog dele, ele não possuía um cartão com o endereço. Se não tivesse no meu computador, eu não conheceria o blog dele e não estaria citando ele aqui (o Andreas Almeida do Bloing – Blog que fala sobre aviões)

Quando fui ao Blogcamp PR10 lá em Curitiba fiquei impressionado em ver como em um evento onde tem basicamente a função de discussão e contatos, praticamente NINGUÉM tinha um cartão de visitas. Por sorte, blogueiros são pessoas engajadas eletronicamente e todo mundo acaba linkando entre si. Mas em um evento como o Campus Party, onde temos contato com vários outros usuários de informática, é inadmissível não trazer um cartãozinho de visitas para divulgar seu trabalho.

Cartão do Techbits

Alexandre Fugita, do Techbits

Jonny, eu não tenho dinheiro para gastar para imprimir cartões… como faço?

Existem cartões de diversos tipos, desde os mais baratos (papel e caneta), os mais caseiros (cartões Pimacos destacáveis) até os profissionais. E todos funcionam muito bem.

Eu acho legal

Cartão do Eu Acho Legal

Esse acima foi feito no papel e caneta. Contém o link e no verso uma frase engraçada, todas diferentes entre si, o que fez com que todos que estavam no evento ficassem comparando as frases dos cartões… A minha era “odeio quando a minha caneta começa a falh…”

Eu crio.com

Esse é o do Helder, do “Eu Crio”, um dos primeiros cartões que eu recebi lá no Startup Camp. Por causa desse cartão acabei assinando o feed dele, mostrando que cartões funcionam.

Para profissionais que trabalham com design, um cartão mais elaborado ajuda a passar uma ótima imagem do seu trabalho. Veja esse do Neyl e do Inovavox.

Agência WX

Inovavox

Você pode utilizar cartões de visitas para fixar uma marca, como o Manoel Netto.

Manoel Netto

Seja qual for o tipo de cartão, o mais importante é que ele passe todos os seus dados – nome, blog, url, telefone, email – e se achar necessário, msn, skype, twitter, etc…

Para terminar, uma frase do Max Gehringer, que era mais ou menos assim: “Existem 3 fases na vida de um profissional: Quando você não tem um cartão de visitas, quando você tem um cartão de visitas e quando você não precisa mais de um cartão de visitas…”. Acho que na Blogosfera somente o Interney atingiu o 3º nível! Com um simple “#eamob” no twitter ele juntou umas 40 pessoas em menos de 30 segundos!

Dicas de leituras:

Inovavox – Cartão de visita de blogueiro
Blosque – 10 estratégias para um network poderoso, parte I , II e III