Depois do lançamento na quinta passada, enfim chegou aqui em casa o livro “Protocolo Bluehand: Alienigenas”, escrito por Eduardo Spohr , Alexandre Ottoni (Jovem Nerd) e Deive Pazos (Azaghâl) e publicado pelo selo NerdBooks.
Ainda não tive tempo para lê-lo, mas resolvi fazer um Unpacking para ajudar aquelas pessoas que ainda não compraram o livro para ver como ele é, já que (ainda) não é vendido nas livrarias.
No hotsite http://www.protocolobluehand.com.br você pode acessar as 20 primeiras páginas ou fazer o download do Protocolo Bluehand: Alienígenas em PDF para fazer uma “degustação” do primeiro capítulo em seu tablet/smartphone.
Já se quiser comprá-lo, basta ir na Nerdstore (http://nerdstore.com.br ). Custa R$49,90 e o frete é grátis. Corra que ainda dá tempo de chegar até o Natal! (ou compre o quanto antes, já que nunca saberemos quando um ataque poderá começar).
EDITADO: Eu tinha escrito o post, mas faltava editar algumas imagens. DOIS DIAS DEPOIS (veja bem, 48 horas), faltando alguns minutos para subir o post, ele deixou de funcionar! Tanto o Windows 7 quando o Windows XP (notebook) deixaram de reconhecer ele. Além de ficar exibindo a janela de erro de 10 em 10 segundos! Não adiantou reinicar o Windows nem desconectar todos os aparelhos.
Ou seja, opinião final: NOTA ZERO!!! Sugiro não comprarem esse Micro HUB USB 2.0 4 portas da Leadership!
Vou deixar o texto abaixo só para o Google poder indexar! Assim mais gente ficará sabendo a qualidade desse produto! E também provavelmente ajudará a escolher o próximo hub USB!
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Eu nunca dei sorte com hubs USB. Já comprei uns 5, dos mais baratos ao mais caros. Todos eles terminaram da mesma maneira: no lixo.
Por isso nunca mais gastei muito dinheiro com esses hubs USB. E como estava precisando comprar um, optei pelo modelo Micro HUB USB 2.0 4 portas da Leadership. Paguei míseros R$11,00 no Kalunga do Shopping Praça da Moça (alias, muito bom esse shopping novo).
Pontos positivos:
Alguns modelos de hubs USB não permitem usar todas as portas ao mesmo tempo devido ao um problema de projeto.
O formato “estrela” do Micro HUB da Leadership permite ligar todos os dispositivos USB independente do tamanho do conector. Com isso, as 4 portas podem ser utilizadas sem maiores problemas.
Outra vantagem é o cabo dele, que o transforma em uma extensão, possibilitando ligar seus equipamentos distante do computador/notebook.
Pontos negativos:
Antes mesmo de abrir já dá para descobrir um problema:
A Leadership tem que decidir se o cabo tem 1 metro ou 70 cm!
Como se não bastasse esta indecisão, ambos os dados estão errados! No caso do equipamento que eu comprei, o cabo tem 68,5cm. Se não contar a cabeça do conector USB, o tamanho do cabo cai para 64,5cm.
Outro problema do cabo é o isolamento na junção com o hub. Eles deveriam fixar o cabo dentro do hub para evitar com que o os fios internos se rompam com o tempo.
Agora, uma coisa que me intrigou é o buraco presente em um dos lados.
Imagino que ele sirva para algum modelo com fonte externa. Por ele é possível ver ao centro da placa do hub USB um led verde quando existe algum equipamento conectado. O que também é totalmente inútil, já que só dá para ver o led aceso se o ambiente estiver completamente escuro!
Teste de velocidade:
Embora o tempo gasto na transferência dos arquivos tenha sido bem distante dos 480Mbps (60 megas por segundo) citados na embalagem (que é o valor teórico máximo de uma porta USB 2.0), o tempo da transferência de arquivos direto na porta USB do computador e através da hub USB tiveram praticamente o mesmo tempo (134Mbps ou 16MB por segundo). Lembrando que este valor de velocidade possivelmente foi limitado pela velocidade do pendrive.
Conclusão:
Somente com o tempo poderei descobrir se o barato saiu caro. Por R$11,00, ele cumpre muito bem sua função, mas não sei se ele durará muito. Se durar pelo menos 6 meses já terá compensado.
Nesta semana tive o primeiro contato com o novo lançamento da Samsung, o Samsung Galaxy SII (ou Galaxy S2 ou Galaxy <3 para os mais miguxos). Vou confessar que quando entrei no salão, o pessoal começou a aplaudir (não, não foi para mim), ou seja, acabei perdendo a apresentação. Mas vou falar o que pude averiguar! Vamos lá!
1- Primeiras impressões:
Primeiro o que eu achei assim que peguei o celular.
Agora vamos as minhas primeiras impressões!
Atualmente utilizo 2 celulares: O Samsung Galaxy S (titular) e o Nokia E71 (reserva). Quando eu vi o Galaxy SII na minha frente, achei ele grande.
Mas a minha surpresa aconteceu quando eu coloquei ele ao lado do Samsung Galaxy S (o modelo anterior, sempre na parte de cima da foto). Ele é poucos milimetros maior, tanto de largura, quanto de altura, mas é menor de “profundidade”.
Altura: 12,24cm do Galaxy S contra 12,53cm do Galaxy SII. Diferença mínima.
Largura: 6,42cm do Galaxy S contra 6,61cm do Galaxy SII.
Espessura: 0,85cm do Galaxy SII contra 0,99cm do Galaxy S. (fonte das medidas: Diário do Android)
Talvez a impressão do tamanho seja pelas bordas quadradas. Aparentemente é a mesma impressão de diferença de tamanho quando comparamos um iPhone 3GS e o 4. Alias, outra coisa interessante desse formato menos curvo do Galaxy SII é a “pegabilidade” dele. Segurar ele transmite mais segurança que o modelo anterior.
Outro possível motivo pela impressão do tamanho maior talvez seja o tamanho da tela – 4.3 polegadas do Galaxy SII contra 4.0 do Galaxy S.
Também é nítido a diferença de peso! O Galaxy SII pesa incríveis 116g, contra 119 do modelo anterior.
Meus últimos processadores – Um Pentium D que comprei em 2004 (acho) e um AMD Phenon II, comprado em 2010
Tem poucas coisas que eu sou um usuário fanboy. E com certeza marca de processador não é uma delas. Desde o meu primeiro IBM Aptiva Intel 486, sempre que troquei de computador, alternei entre processadores Intel X AMD e nunca tive problema com nenhum deles. Inclusive em Notebooks – meu penúltimo foi um Intel Toshiba e o último, um AMD Compaq.
Como sempre fui em eventos da Intel, fiquei super feliz em ser convidado para o primeiro encontro de blogueiros com a AMD (não sei se foi o primeiro, mas foi o primeiro que fui chamado – #mimimi), onde eles mostraram a nova linha e a nova estratégia para venda de processadores em 2011. Embora não goste muito de falar de produtos que eu não tenha testado, acho que a estratégia de vendas é algo interessante para ser comentado.
Adeus ao personal geek
Quem daqui já teve problemas na hora de escolher um computador? Existem tantas marcas e modelos no mercado que fica complicado de comparar eles entre si, principalmente para quem não é expert no assunto. Um computador mais caro não significa que ele é mais rápido, ao mesmo tempo que o mais barato não necessariamente é uma carroça. E mesmo porque, nem sempre precisamos pagar pelo modelo mais caro só para navegar na internet ou editar um documento no Word.
Pensando nisso, a AMD resolveu condensar toda a linha de processadores em somente 3 modelos:
Vision (só) – Ideal para quem pretende usar o computador para ver vídeos on-line (Youtube), DVDs, fotos, para enviar e-mails, navegar na internet e ouvir músicas. Provavelmente o uso da grande parte dos usuários.
Vision Premium – Processador ideal para quem pretende assistir vídeos em Blu-Ray (full HD), converter áudio e vídeo, jogar e usar webcam.
Vision Ultimate – A escolha ideal para editar filmes, músicas, fotos e para rodar jogos 3D.
No site americano, existe uma outra faixa de processadores chamado Vision black, que em poucas palavras, significa “fazer tudo o que foi descrito acima com a melhor qualidade possível”.
A idéia é muito boa, mas acho que vale alguns questionamentos que me veio enquanto escrevia este post:
(Ps: Recebi as respostas, dadas pela Letícia Oliveira, do departamento de Marketing da AMD)
1- Essa divisão só fará sentido se a loja tiver algum funcionário ou material publicitário para explicar isso. Será que toda essa campanha será acompanhado desse material informativo ou treinamento dos funcionários? Afinal fica difícil saber pelo nome se Premium é melhor que Ultimate… Excelente ponto!!! Sim, estamos estrurando a nossa equipe de promotores onde serão responsáveis por fazer treinamentos aos vendedores e fazer a execução de materias nos principais pontos de venda. E com certeza destacaremos que o ultimate é melhor que o premium.
2- Existem dezenas de velocidades de processadores que foram condensados em 4 linhas, ou seja, provavelmente existirão “Vision Premium simples” e “Vision Premium top”. Como o consumidor poderá saber se não estará levando o “simples” pelo preço do “top”? Mais um excelente ponto! A AMD como uma empresa visionária e inovadora esta atenta as evoluções e já está se preparando para o que vier nos próximos meses.
3- Segundo a Lei de Moore (que na verdade é mais uma profecia que uma lei em si), a velocidade dos processadores dobram a cada 18 meses. Porém é muito comum encontrar modelos antigos de notebook a venda no mercado. Como acontecerá daqui para frente? Um modelo Visio Ultimate de hoje cairá de status para um Vision Premium no futuro? Será que isso não fará com que consumidores levem produtos teoricamente ultrapassados achando que estarão comprando um top de linha? O VISION, VISION premium e VISION ultimate foram classificados conforme a necessidade e perfil dos consumidores. O consumidor em sua grande maioria desconhece as especificações técnicas e optam por soluçoes conforme seu uso, com este objetivo a AMD criou o VISION.
(as respostas provavelmente virão no próximo post…) feito
Outra coisa que me chamou a atenção foi a tecnologia Fusion, que fundiu o processador (CPU) o chipset e o chip de vídeo (GPU) em um único componente, a APU (Accelerated Processing Unit ou Unidade de processamento acelerado). Segundo a AMD, um dos principais gargalos no processamento é a troca de dados serial entre a CPU e a GPU.Na APU a troca de dados acontece em serial e paralelo, aumentando a velocidade de processamento tanto nos cálculos matemáticos, quanto na geração das imagens.
Outro assunto, dessa vez um pouco mais antigo (tá, nem tão antigo assim, de 2009) que foi abordado e que deixou o público (inclusive eu) bastante impressionado com os resultados exibidos foi o processamento em GPU, ou seja, jogar parte do trabalho do processador no chip da placa de vídeo. O que me deixou impressionado foram os valores alcançados por esse intercâmbio de trabalho, levando a pergunta clássica: “Se a caixa-preta é indestrutível, por que o avião não é feito do mesmo material?” – ou nesse caso: “Se é a GPU é tão rápida assim, por que não fazem um processador com a tecnologia das placas de vídeo?”
Alguns dados fornecidos pela AMD que são bastante impressionantes:
Tempo para “ripar*” um Bluray para assistir em um celular, usando somente CPU:
Uso de CPU: 100%
Uso de GPU: 1%
Tempo para realizar a tarefa: 1h 52m
Pico de consumo: 145W
Energia consumida: 0.23kW/h
U$ da energia consumida: $0.15
Tempo para “ripar*” um Bluray para assistir em um celular, usando processamento compartilhado CPU+GPU:
Uso de CPU: 45%
Uso de GPU: 35%
Tempo para realizar a tarefa: 26m
Pico de consumo: 198W
Energia consumida: 0.11kW/h
U$ da energia consumida: $0.07 ($0.15)
*ripar: pegar um filme em DVD ou Bluray e passar para outra mídia.
Além da melhora da velocidade de processamento, outra vantagem é na qualidade de descompressão de vídeo. Com algorítimos cada vez mais complexos, poderemos simular exibição filmes de um DVD (480 linhas, com 8GB) como se fossem Blurays (1024 linhas com 50GB). Isso será ótimo para transferências de vídeo pela Internet, onde a velocidade de banda no Brasil é o principal fator limitante na popularização de vídeos na internet.
(Pessoalmente, no telão achei a imagem do DVD simulando Full HD meio pixelado demais (como uma imagem sem antialias), mas era um projetor, então não tenho como afirmar a qualidade com muita certeza).
Em breve tentarei arranjar um computador com uma placa de vídeo ATI Raedon ou uma APU para fazer esse teste. Pelos exemplos ao vivo deu para ver que esse ganho é bem interessante, mas vamos ver como ele sairá na prática.
PS: As perguntas foram encaminhadas para o responsável da AMD pela apresentação, Roberto Brandão. Em breve publicarei as respostas.
Ps2: Eu tinha feito esse vídeo faz um tempinho, mas resolvi subir agora porque acho que tem a ver com o assunto. Feito especialmente para quem reclama do barulho do cooler nos processadores AMDs.
Outros blogueiros que estiveram presentes ao evento:
Impossível não comparar: a esquerda o iPad, e a direita, o Galaxy Tab. Exatamente a metade do tamanho!
A minha idéia era soltar o review do Samsung Galaxy Tab completo, mas como estava demorando demais para fazer isso, resolvi ir soltando aos poucos. Nessa primeira parte tem o vídeo do Unbox e logo em seguida, a função swype do teclado.
Para quem sente falta de texto, no último post da série eu faço a descrição detalhada do aparelho e também a minha opinião final.
Jonny Ken Itaya, 34 anos, (ir)Responsável pelo Migre.me, pelo Podpods e ex-biólogo. Trabalha com informática desde 97. Já mexeu com edição de fotos, animações flash e administração de redes. Atualmente trabalha com programação PHP e cuida da parte comercial do Migre.me. Também
participa do Decodificando, podcast que fala de aplicação das leis sobre as novas tecnologias (informática e biologia) e é colunista do Techtudo. *São Bernardo do Campo, São Paulo, Brasil. Corinthiano*