Minhas primeiras impressões sobre o HTC Touch

Áudio do texto mp3:

Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.

Depois de quase 1 ano sofrendo com a bateria do MotoQ e depois de não ganhar o LG Viewty, resolvi seguir uma sugestão da Bia Kunze e encomendei meu novo Smartphone, o HTC Touch da Vivo. Neste e no próximo post pretendo compará-lo com o MotoQ e também falar sobre a minha adaptação, já que com a queda dos preços, acredito que a tendência é que boa parte dos usuários migrem do Smartphone da Motorola para o da HTC, principalmente por causa da bateria.

Maiores detalhes sobre o HTC Touch você pode ver diretamente nos Reviews parte I e parte II da Garota sem Fio.

HTC Touch X Moto Q

A compra:

HTC Touch - Exclusividade da claro... ou não maisAté o ano passado, a HTC vendia o Touch exclusivamente para a Claro, mas a partir do começo de 2008, tanto a Vivo quanto a Tim passaram a vendê-lo também. Só que foi praticamente impossível encontrar esse modelo nas lojas da Vivo. Eu passei em 4 lojas diferentes e todas não tinham em estoque. Acabei comprando pelo telemarketing da Vivo (*8486) após algumas ligações. Segundo me informou a primeira atendente, muitas vezes o celular fica reservado em uma compra online, mas como o pagamento não é efetuado, ele volta para o estoque. Por isso ela pediu para insistir de hora em hora (consegui na 3a tentativa).

Fiz a compra numa terça-feira a noite (13/05/2008) e a encomenda chegou na sexta-feira também de noite via MotoBoy. Com os 45.000 pontos que eu acumulei, o celular saiu por R$650,00 em 6 vezes sem juros na conta telefônica.

A caixa:

Caixa HTC TOUCH e do MotoQPode parecer besteira, mas a coisa que mais me impressionou no MotoQ foi a caixa hi-tech. Você puxava um dos lados e o outro abria automaticamente, mostrando todos os componentes de uma forma totalmente diferente. Já no HTC Touch é aquela caixa tradicional, espumada, etc e tal… Ou seja, se você for pedir seu celular pelos Correios, ele não corre o risco de chegar como quebra-cabeça.

O Tamanho

Com 9,9cm de comprimento, 5,8cm de largura e 1,39cm de espessura, o Touch conseguiu a proeza de ser um smartphone mais compacto que o MotoQ, que já é bem compacto. A pegada é realmente muito boa, mas senti um pouco de dificuldade de não poder teclar usando os 2 dedões, como eu fazia no MotoQ. Vou baixar um outro teclado na internet e conto quando for falar da adaptação.
HTC Touch X Moto Q - Tamanho

HTC Touch X Moto Q – A ausência do teclado faz toda a diferença no tamanho do aparelho.

Ausência de borrachinhas

As borrachas do MotoQ depois de um certo tempo não encaixam mais

O Designer que teve a idéia de colocar borrachinhas para tampar algumas partes do celular deveria voltar para a faculdade!!! Depois de alguns meses essas borrachas simplesmente se deformam por completo. Ponto para o pessoal da HTC que fez o acabamento das tampas com o mesmo material do celular, então além de deixar um visual lateral mais “clean”, faz com que o Touch não fique com peças soltas depois de alguns meses de uso.

HTC Touch e o Moto Q - diferenças nas tampas

Moto Q e HTC Touch - diferenças na parte de trasVerso

A parte de trás do Touch é outro espetáculo. Ele não possui cortes, já que a tampa sai inteira. O único problema é que vira e mexe o Windows Mobile dá umas travadas, e no MotoQ é possível fazer o “reboot” (o famoso tira e recoloca a bateria) com uma mão… Já no HTC é necessário uma certa habilidade e jeito (para não dizer força) para fazer este processo.

Outra coisa que notei logo de cara é a ausência de caixinhas stereo. Mas mesmo assim o som do HTC Touch sem fone de ouvido é bom!

Cartão de memória

slots para cartão de memória

Entrada do chip GSM ao lado do cartão MicroSD. Abaixo a entrada MiniSD do MotoQ

O HTC Touch utiliza Micro SD, ou seja, não tive como reaproveitar meu MiniSD do MotoQ. Para a minha surpresa, o Touch já vem com um cartão de 1GB, mas a ENORME desvantagem é que ele não vem com adaptador SD, ou seja, não tenho como eu ligar o MicroSD na porta USB usando meu adaptador SD-USB, como eu fazia com o MotoQ. Isso é ruim porque passar arquivos via Active Sync é um parto!!! Colocar um arquivo de 100MB demora quase 2 minutos, sendo que via USB direto não leva nem 20 segundos!! Se bem que para tirar o cartão do HTC Touch é necessário primeiro tirar a tampa de trás, e como eu já disse isso, não é uma operação muito simples e rápida de se fazer.

conector MiniUSB X conector do TouchConectores

Quando vi que a entrada dele não era o padrão “mini-USB”, pensei na hora: “Caramba!! Todos os cabos e carregadores que eu tenho não vão mais servir para o Touch!!!”

Mas o carregador que acompanha ele possui conector micro USB e se encaixa perfeitamente Touch. A diferença na entrada é para conectar o fone de ouvido. Isso mesmo!!! Eles compartilham o mesmo conector. Isso quer dizer que você não pode usar o fone de ouvido enquanto recarrega o celular, a não ser que compre um adaptador.

Alias, o Plug do fone de ouvido do HTC é proprietário, ou seja, não vai funcionar com um fone de ouvido convencional. Mas o MotoQ também não é, já que a presença de microfone faz com que o plug tenha um contato a mais no plug.

Fonte do HTC TouchFalando em conectores, embora pareça totalmente fútil, uma coisa que eu realmente gostei é da fonte do HTC Touch (esq) ser “de lado”. Mesmo a fonte pequena do MotoQ (dir) normalmente ocupa 2 tomadas em uma extensão. Já com a fonte do HTC isso não acontece.

(curiosidade: O MotoQ vem com 2 recarregadores – um grande e um pequeno. Provavelmente a Motorola já sabia que o celular iria ficar pendurado na tomada)

Em breve vou falar um pouco de como está sendo a minha adaptação de um smartphone com teclado para um com tela touchscreen. Mas já adianto que o teclado faz uma GIGANTESCA falta! Para quem precisa de produtividade (escrever emails o dia todo), fuja da tela touchscreen!! Como não é muito o meu caso (eu leio mais do que escrevo), não é tão ruim…

Testando o Google Maps 2 com GPS bluetooth

Como Geek não deixa de ser Geek mesmo quase nas últimas, aproveitei que estava indo para o hospital para testar o novo Google Maps para dispositivos móveis. Eu utilizava a versão 1.74 que tinha o problema de atualização do posicionamento enviado pelo GPS, o que me fazia reiniciar a conexão manualmente de uns 30 em 30 segundos (nos melhores dias).

google Maps mobile 2.0

Instalado a versão mais nova (entrar via smartphone no endereço http://www.google.com.br/gmm) sai de casa para fazer 2 testes: o My Location e a correção do bug

My location não funcionou no Moto Q CDMA

De cara uma tristeza: o “my location” não funcionou com o meu celular (MotoQ CDMA da Vivo). O my location tenta encontrar a posição do seu celular pelo sinal das antenas da região (conhecido por “triangulação de antenas”) e serve de “quebra-galho” para quem não tem um GPS disponível na hora. Mas a Bia Kunze (Garota sem fio) já experimentou em seu HTC Touch em Curitiba e funcionou “razoavelmente bem”. O Fugita testou em SP com seu Treo e funcionou “que é uma beleza”.

Para mim a parte mais importante era a correção do bug da atualização de posicionamento, e nessa versão 2.0 tudo funcionou perfeitamente bem. Todo o trajeto casa/hospital/casa foi feito sem a necessidade de um único “restart”, o que tornou o Google Maps funcional com meu GPS bluetooth. Posso ficar dirigindo tranquilamente sem precisar ficar apertanto “reiniciar conexão GPS”.

Pronto

Agora só falta o Google Maps falar “daqui a 300 metros, vire a direita”. Ai ia ser perfeito!

———————————————-

Antes que alguém me pergunte, ontem saiu o diagnóstico: Pneumonia. Hoje já estou superbem, e pretendo voltar a postar normalmente…

Comprei um GPS Bluetooth por R$199,00 – Review GPS ADAPT AD-750

A história (caso você não goste de história, já pule para o item review“)

Outro dia o Gênio aqui olhou o mapa e reparou que se tentasse ir pelas beiradas da Zona Leste de São Paulo poderia burlar o rodizio de carros e chegar “sem maiores problemas” na casa da Amanda. Analisei um mapa geralzão (aquele que só mostra as avenidas principais) anotei o caminho em um papel e fui confiante. Obviamente eu me perdi (na verdade não tinha me perdido, mas é que a avenida era muito comprida e eu achava que estava indo em direção ao nada, já que não tinha nada MESMO pela rua).

Ai pensei: “Hora de consultar o meu guia”.

O meu guia é um caso a parte. Certa vez eu estava carregando no carro uma bateria de carro, daquelas antigas, e numa freada a bateria tombou, vazando boa parte do ácido, causando isso no meu guia.

Guia acidentado

Ou seja, todas as bordas “queimadas”. E obviamente toda rua que eu procurava ou estava sem a referência ou não aparecia no mapa (ficavam sempre no canto queimado.

Foi o basta para resolver comprar um GPS Bluetooth[bb].

A escolha

Fiz a busca no Mercado Livre e optei pelo GPS mais baratinho de todos – R$199,00, (o produto não está mais no ar, mas o vendedor é o Roniastro, basta ver se ele está com algum leitor semelhante) que por sorte estava na Vila Mariana (ai não tinha como eu me perder).

Peguei o GPS, mas não consegui sincronizar com meu smartphone por algumas burradas minhas. Burradas resolvidas no dia seguinte, agora o problema era que não conseguia gerar a “porta COM virtual” via Bluetooth.

Não sei se foi coincidência, mas ao testar no celular do meu amigo, meu GPS passou a gerar a COM virtual, e ai tudo ficou uma beleza! Vamos ao Tutorial & Review:

************************************

REVIEW: GPS Adapt AD-750 Bluetooth Receiver

GPS Adapt AD-750 Bluetooth Receiver

O Adapt AD-250 é do tamanho de uma caixa de fósforo e acompanha um carregador para carros (aquele com uma porta USB), cabos, carregador micro USB (mais um, graças a convergência), CD-ROM com um programa teste e manual em PDF. A falta de um manual em papel me deixou irritado, mas o PDF impresso também não resolveria nada.

Ele é bem bonito, com acabamento bem feito e com autonomia da bateria de 10 horas (segundo o manual).

O programa

Nada de Rote66, nem Destinator[bb], nem outras opções. Como Pirataria é crime, resolvi utilizar um software gratuito: O Google Maps.

Eu utilizava a 1a versão, que não traçava rotas. Baixei a versão mais nova, que para a minha surpresa, traçava rotas e ainda por cima vinha em português.

GPS Bluetooth Adapt AD-750 e o Moto Q com o Google Maps

GPS Adapt AD-750 e meu MotoQ

Para baixar o Google Maps Mobile, o melhor é entrar no site do Google via celular/smartphone: http://www.google.com.br/gmm

Vantagens do Google Maps Mobile:
- É gratuito
- É em português
- Traça rotas
- Pode transformar o mapa em fotos de satélite
- tem a opção “ver trânsito”, mas que por enquanto não funciona no Brasil.

Desvantagens do Google Maps Mobile
- Não tem a famosa voz “daqui a 500m vire à direita”
- Você só pode ver a imagem “de cima” e não em 3D
- Você só pode ver o Mapa voltado para o norte, ou seja, vai ter que ficar girando o celular para facilitar a localização.
- Ele não sabe o caminho que você esta fazendo. Seria como se a função que mostra onde você está fosse totalmente diferente da função de traçar rotas.
- Ou seja, se você errar, não existe o famoso “Recalculando rota”
- Não tem como você escolher rotas “a pé”, “mais curto” e “mais rápido”.
- Necessita ter conexão com a internet.
Alias esse último é crítico, pois senão ele simplesmente mostra um aviso e sai do ar (não tem nem cache) .

Erro Google Maps

Como meu plano não tem limite de banda (vivo smartmail), o consumo de banda não foi fator inibitório para eu escolher o Google Maps.

Além das desvantagens citadas, um problema crítico e que chega a irritar é que grande parte das vezes o Google Maps simplesmente deixa de atualizar a sua posição. Para ele, você está parado no mesmo lugar. O único jeito de resolver este problema é desligando a opção “Exibir minha localização” e habilitar novamente. E torcer para não parar de novo.Isso é extremamente chato e que praticamente inviabiliza ele para o uso no carro quando você está sozinho e em lugares onde você não tem como parar o carro para ficar reiniciando toda vez que ele parar.

Testando

Para testar tanto o GPS quanto o sistema de rotas do Google Maps, saimos da Zona Leste em direção a UnG (14 km). A rota nos levou certinho ao local desejado, porém como dito acima, tive que reiniciar o “Localizador” do Google Maps 2x durante o trajeto. (a tecla ZERO que atualiza a posição não resolveu) .

Valeu a pena?

E como valeu!!! Um GPS para carro não sai por menos de R$1.500,00 em qualquer loja! Se eu conseguir instalar um software melhor e totalmente offline vai ser melhor ainda!!!

O GPS já resistiu até a uma queda da minha mão e continuou 100%!

Para quem se interessou e achou meu pseudo-review incompleto, tem um completissimo aqui (em inglês) . Mais informaçõespodem ser obtidos também no site produto na fabricante (Adapt).
(agora vem a parte chata da instalação. Quem quiser ler, basta clicar em Continuar lendo…)

Read more »

Conector do notebook da HP é feito para … quebrou!

Olhe o conector do notebook da HP Compaq

Conector do notebook

(encaixe da esquerda)

Olhe agora o plug da fonte:

plug da fonte

Ai eu pergunto: Não é feito para quebrar???

Pois é… 3 meses de uso depois…

Plug quebrado

Ai eu pergunto: Por que RAIOS a HP não faz como os outros notebooks dela ou de outras marcas e utilizam o conector que é amplamente usado? Detalhe: o conector tradicional não é só utilizado em notebooks, e sim para qualquer coisa que utilize fonte!

Será que o cara que inventou esse conector tentou colocar e desconectar 4576 vezes antes de liberar a venda???

Certas mudanças me causam indignação, como no caso da mudança da embalagem da Novalgina…

Editado dentro do carro: Esqueci de escrever que a HP trocou a fonte, nas demorou 10 dias para chegar a nova.

A péssima qualidade dos filtros de linha + tenha sempre um fusível reserva

Aconteceu comigo no dia 31 de dezembro! Estava fazendo uma super-faxina no meu quarto e resolvi passar aspirador de pó nos armários!

E o jumento aqui por falta de tomada ligou o aspirador no filtro de linha! Resultado: Fusível queimado!

Fusivel bom e queimado

(um fusível bom, outro queimado e um rj45 só para se ter a idéia do tamanho).

O problema é que era véspera de reveillon e não tinha lugar algum aberto! Ou seja, sem computador na virada do ano!

Outra vez que aconteceu isso foi em casa! A tomada não queria entrar e eu forcei um pouquinho! Resultado: Curto circuito e mais um fusível queimado!

Bonitinho por fora…

Regua por fora

… mas horrível por dentro

Regua por dentro

Por causa da forcinha que eu dei (que nem foi grande), um dos polos subiu e encostou no outro

Conector da tomada por dentro

(na esquerda o conector normal. Na direita, o conector quando subiu e ocasionou o curto-circuito)

Cabe ressaltar que não existe o mínimo isolamento nele!!! Péééééssima qualidade!!!

Bom, o que eu quero falar é que isso sempre acontece quando a gente menos espera e que obviamente, justamente na data que é impossível achar um fusível para comprar!

A dica é: Sempre que estiver em alguma loja de eletrônicos, compre alguns para deixar de reserva! Você pode precisar.

Ps1- Quando queimou no Reveillon, resolvi tirando um fusível de uma fonte de computador que estava “no lixo”. 100% Macgyver!!

Ps2- Para que serve um fusível?

Todo fio elétrico esquenta quando passa corrente nele! Se você ligar um montão de coisas na tomada pode acabar esquentando demais o fio e resultar em um belo incêndio! Para evitar isso, o fusível queima antes! Também serve para evitar que tudo queime quando você liga seu rádio 110V na tomada 220V (nas 2 experiências que eu tive com rádio não adiantou muito. O fusível só funcionou em um HD USB)

Ps3 – Lembro que o fusível de casa sempre queimava quando alguém ligava a torneira elétrica e o chuveiro junto! Sorte que inventaram o disjuntor!

Ps4 – Você sabe qual a vantagem do 220V em relação ao 110V? Esse é um dos posts mais lidos do Infoblog!